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terça-feira, 17 de janeiro de 2012

BRADESCO DESISTE E LOSANGO CONTINUA COM O HSBC

14/01/2012


portal Economia & Negócios  30/12/2011 - David Friedlander (O Estado de S. Paulo)

HSBC e Bradesco não chegaram a um acordo e as negociações para a venda da Losango, maior financeira do País, foram encerradas dias atrás. Dos quatro grandes bancos que discutiram a operação, apenas o Bradesco foi em frente e fez uma oferta de algo em torno de R$ 600 milhões.

As diferenças de posição entre os dois bancos eram grandes. O HSBC, que inicialmente esperava receber acima de R$ 800 milhões pela financeira, queria uma oferta maior. O Bradesco, por sua vez, insistia para que o HSBC assumisse todo o risco trabalhista da Losango.

O medo é que os funcionários da financeira, na sua maioria promotores de venda, ao deixar a empresa procurassem a Justiça e conseguissem ser considerados bancários, o que aumentaria os custos trabalhistas da operação. O HSBC aceitava assumir parte desse risco, mas o Bradesco queria que o vendedor ficasse com toda responsabilidade por eventuais despesas desse tipo.

A Losango foi colocada à venda porque o HSBC decidiu abandonar o varejo popular no Brasil e se concentrar na clientela de renda mais alta. Contratado para procurar potenciais compradores, o banco de investimentos JP Morgan manteve conversas com Bradesco, Banco do Brasil, Santander e Itaú Unibanco.

Dos quatro, o Itaú não mostrou entusiasmo pelo negócio em momento algum, segundo fontes que participaram da operação. Os outros três candidatos avaliaram a financeira do HSBC, mas apenas o Bradesco apresentou uma proposta firme.

Como não houve acerto, a estrutura montada para a negociação foi desfeita e os executivos enviados pela matriz do HSBC para participar das discussões retornaram à Inglaterra pouco mais de uma semana atrás. Procurados, HSBC, JP Morgan e Bradesco não se manifestaram.

Estratégia. Líder no segmento de crédito direto ao consumidor, com mais de 20% do mercado, a Losango tem uma carteira de cerca de R$ 3 bilhões em financiamentos. O HSBC comprou a empresa em 2003, por US$ 815 milhões, da filial brasileira do Lloyds Bank, da Inglaterra.

Na época, a operação foi vista como o primeiro grande passo do HSBC rumo a um processo de crescimento no Brasil - que nunca ocorreu na intensidade que o mercado imaginava. De lá para cá, o segmento de atuação da Losango foi perdendo espaço para novos produtos, como o crédito consignado, por exemplo.

O desejo de vender a Losango, que continua com o HSBC, faz parte da nova estratégia global do grupo britânico, anunciada no começo do ano. A intenção é abandonar áreas e países em que a instituição não tem escala para competir pelas primeiras posições, como o varejo popular brasileiro.

Por aqui, as prioridades passaram a ser os clientes de alta renda, financiamento de empresas e comércio internacional, aproveitando a presença do grupo em mais de 80 países. Recentemente, o banco anunciou que pretende contratar 600 gerentes de relacionamento para reforçar sua área comercial, no ano que vem.

Meses atrás, o movimento de aproximação com potenciais interessados na Losango alimentou a ideia de que o HSBC, sexto maior banco do País, estaria sendo negociado no Brasil. O banco negou.

No começo deste mês, numa ação em parte destinada a reforçar a ideia de que o grupo pretende continuar no País, o HSBC anunciou que vai transferir sua sede na América Latina da Cidade do México para São Paulo no começo do ano que vem.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

BRADESCO APOSTA EM INCLUSÃO BANCÁRIA E ABRE MIL AGÊNCIAS

jornal DCI 16/12/2011 - Marcelle Gutierrez e Renato Carvalho

Nos últimos seis meses de 2011, o Bradesco aposta na população brasileira não-bancarizada, isto é, que nunca utilizou os serviços bancários, para manter a trajetória de crescimento. Ao todo, foram inauguradas e reformadas 1003 agências, o que soma um investimento total de R$ 890 milhões e 5,9 mil novos funcionários diretos. Além de agregar novos clientes à sua base, a estratégia visa também compensar a perda das 6 mil agências do Banco Postal (Correios) para o Banco do Brasil em licitação realizada em maio deste ano. Agora, o Bradesco soma 8,2 mil agências.

Luiz Carlos Trabuco, presidente do banco, afirmou durante almoço de confraternização realizado na sede do banco, em São Paulo, que foram inauguradas, em média, cinco agências por dia nesse período, o que se caracteriza como uma vantagem competitiva a ser adotada nos próximos anos. "Queremos nos diferenciar pela distribuição e pela capilarização, sendo um delivery de serviços financeiros e de seguros por todo o País".

Segundo Trabuco, foram analisados os locais com maior ritmo de crescimento, como a Região Nordeste que, junto com a Sudeste, concentra 60% das aberturas de unidades no ano. "Levamos em conta ainda os índices de inclusão bancária. O potencial que a economia dá de bancarização é muito forte." O presidente explica que os índices de inclusão bancária são distintos, no qual São Paulo tem 43% da população bancarizada, Paraná possui 36%, Rio Grande do Sul 35% e Minas Gerais 25%. Já na região Nordeste a porcentagem chega a 16%.

O presidente do Bradesco ressalta que há capacidade para a quantidade de agências. "No Brasil, há 1,4 mil agências para cada 10 mil habitantes. Na Europa, há 3,2 mil agências para cada 10 mil agências", afirma Trabuco, que complementa: "O crescimento orgânico é a resposta para a atual realidade".

O executivo João Aguiar Alvarez, membro do Conselho de Administração do Bradesco, explica que a região Nordeste teve um incremento de renda nos últimos anos, além do banco ter adquirido a folha de pagamento dos servidores públicos de Pernambuco, fatores que justificam o investimento. "Ação específica para atender esses novos clientes, com abertura de agências onde há uma concentração muito grande. Mas esse [1003 novas agências] é um ponto fora da curva."

Ao ser questionado se as novas unidades possuem ligação com a perda do Banco Postal, Aurélio Conrado Boni, diretor-executivo do Bradesco, explica que houve uma análise dos lugares onde seriam instaladas as novas agências e que os locais onde o banco atuava por meio do Banco Postal, na rede de distribuição dos Correios, também foi um ponto relevante, já que os clientes mantêm relacionamento com o banco há anos. "Aquele cliente é do Bradesco."

O diretor de Varejo do Bradesco, Altair Antônio de Souza, também admite que a abertura de um número tão grande de agências em curto espaço de tempo tem como um dos objetivos manter os clientes conseguidos com o Banco Postal. "Claro que também temos por objetivo não perder contas, mas é bom lembrar que esses já são clientes do Bradesco. Esse investimento já estava previsto pelo banco, ele só foi acelerado por conta desta situação", afirma.

No final de maio, o Banco do Brasil venceu a licitação do Banco Postal com lance de R$ 2,3 bilhões, mais R$ 500 milhões em títulos de luvas. A rede de distribuição dos Correios começa a ser utilizada pelo BB em janeiro de 2012 e tem prazo de duração de cinco anos. O Bradesco tinha a exclusividade da operação desde 2002 e desistiu da licitação após lance de R$ 2,25 bilhões.

Cartões

Um dos produtos que mais podem contribuir para o processo de bancarização é o cartão. O diretor desta área no Bradesco, Marcelo Noronha, afirma que uma das estratégias é atingir novos clientes por meio de cartões de loja, conhecidos como private label. "Muitos deles não têm conta bancária, mas têm o cartão da loja." Ele não quis revelar quantos destes portadores de cartões se tornam efetivamente cliente. "É uma informação estratégica." A bandeira Elo, criada em parceria com o Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, já registra expansão. "Neste mês, já atingimos 1 milhão de plásticos", revela Noronha. Ele conta também que são 2 mil os estabelecimentos credenciados e com um ticket médio parecido com o do mercado. "Fica entre R$ 70 e R$ 80 mensais."

Noronha afirma que não está nos planos fazer da Elo uma bandeira internacional. "Não oferecemos a Elo como primeira opção aos clientes, porque é voltado para quem vai usar somente no Brasil. Queremos nos consolidar neste segmento de clientes, e depois vamos pensar em novos planos". Noronha também revelou que é possível um acordo com a Redecard em breve, já que, por enquanto, somente as máquinas da Cielo aceitam a bandeira.

BRADESCO ULTRAPASSA ITAÚ EM AGÊNCIAS


jornal Brasil Econômico 16/12/2011 – Ana Paula Ribeiro

Em um plano agressivo de crescimento, o Bradesco inaugurou no segundo semestre do ano 1.003 agências. De efeito imediato, o banco consegue ultrapassar o Itaú em número de pontos de atendimento tradicional, chegando a 4.679 no país. No entanto, irá amargar no curto prazo o aumento das despesas operacionais até que esse investimento seja maturado e comece a dar retorno de fato à instituição. “Esse plano mostra confiança no Brasil.Queremos nos diferenciar pela capilaridade”, afirma o presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi.

O concorrente Itaú somava 4.005 agências em setembro — e, mesmo com a previsão de abertura de cerca de 80 unidades no últimos trimestre, perderia a liderança de agências entre os bancos privados. Para o Bradesco cumprir o plano de expansão — incluindo a inauguração de 48 agências feita entre janeiro e junho deste ano — e reformar pontos de atendimento já existentes, o banco investiu R$ 890 milhões no ano e contratou 5,9 mil funcionários.

Trabuco admite que esses gastos irão afetar o nível de despesas da instituição,mas que a rede já em funcionamento dará sustentação ao investimento até que as novas agências comecem a dar retorno. “Vamos ter sim um pequeno impacto”, diz.

Uma agência demora cerca de dois anos para começar a dar retorno, mas o banco alterou a estrutura de custos para antecipar esse prazo. Uma das estratégias foi abrir agências de menor porte, com reduzido número de funcionários.

No ano até setembro, as despesas administrativas e de pessoal do Bradesco somaram R$ 17,65 bilhões, um crescimento de 17,3% em relação ao mesmo período de 2010. Na avaliação do presidente da Austin Rating, Erivelto Rodrigues, o aumento nas despesas deve persistir no curto prazo, até que o investimento seja equacionado. “Vai ter uma elevação da despesa administrativa, mas acredito que nada representativo”, diz.

Rodrigues pondera que esse investimento é necessário para o crescimento do banco em um ambiente de poucas oportunidades de aquisição. O plano de abertura de agências foi uma das saídas encontradas pelo Bradesco para compensar a perda do Banco Postal, que conta com mais de 6 mil pontos no Brasil e que a partir do dia 2 de janeiro passará a ser administrado pelo Banco do Brasil.

Parte das agências abertas está em localidades em que o correspondente bancário dos Correios tinha um volume significativo de operações. Também foi preciso reforçar a presença no Rio de Janeiro, onde o Bradesco assumirá a folha de pagamento dos mais de 400 mil servidores públicos estaduais a partir do mês que vem. “Nós queremos ser o banco para todas as cidades. As pequenas, as médias e as grandes”, ressalta Trabuco. O processo de abertura inclui cidades de todos os portes, como Tailândia, no Pará, com 70 mil habitantes e que tem apresentado crescimento devido ao aumento da produção de biodiesel.

A busca por cidades de todos os portes difere do modelo adotado pelo Itaú, que tem um plano de abertura de agências mais modesto. Entre janeiro e setembro, foram inaugurados 38 pontos. No final de novembro, durante reunião com analistas realizada em São Paulo, o presidente do Itaú, Roberto Setubal, afirmou que a instituição deveria concluir o ano com a abertura de cerca de 120 e, para 2012, a expectativa era abrir outras 150, sendo o interesse apenas nos grandes centros. “Diferente de alguns bancos, que estão abrindo agências em cidade com 5 mil, 10 mil habitantes, só estamos abrindo nos grandes centros, que possuem potencial de crescimento de negócios”, disse o executivo na ocasião.

Além de ter colocado o pé no freio no que diz respeito a novas agências, o Itaú tem como meta entregar em 2013 um índice de eficiência de 41%. Esse índice mede a relação entre despesas e receitas de uma instituição financeira e, quanto menor, melhor. No acumulado do ano até setembro, a eficiência do Itaú estava em 47,8%, o que significa que o banco gasta R 47,80 para obter R$ 100 emreceitas. O índice do Bradesco, no mesmo período, era de 42,7% e do Banco do Brasil, de 41,1%.

Bancarização

Na avaliação de Trabuco, com o ritmo da atividade econômica, o Brasil precisará ter, em um prazo de 10 anos, 150 milhões de pessoas com contas em banco, sendo seis milhões novos bancarizados apenas em 2012. Hoje o número de bancarizados não chega a 35 milhões. “Se isso não acontecer é porque algo não funcionou”, avisa.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Banco Postal, agora administrado pelo Banco do Brasil


Em 5/06/2011
O Banco Postal já vem alguns anos sendo oferecido como serviço dos Correios. Por muito tempo, a administração estava por conta do Bradesco, o que garantia ao Banco presença em diversos dos municípios do país, uma vez que a maioria deles possuem agência dos Correios, embora nem todos possuíam uma agência bancária. No Banco Postal, são oferecidos serviços financeiros básicos, como aplicações em poupança, empréstimos, talões de cheques e cartões de crédito e débito. Para facilitar o acesso, as tarifas cobradas são baixas e simplificadas. (Saiba mais sobre o Banco Postal no Crédito e Débito)
Para além de apresentar o Banco Postal, o interessante é pensar no papel que ele desempenha para os grandes bancos. Como penetra em municípios pequenos, que sequer eram atendidos por agencias bancárias, o Banco Postal tem uma importante estratégica para qualquer empresa financeira (tanto quanto para os Correios que, com a pareceria, pode ampliar e melhorar seus serviços). Há uma tendência entre estas instituições financeiras de buscar novos clientes, sobretudo de classes mais baixas. Caso recente são os cartões de crédito ELO, numa parceria entre o Banco do Brasil, Bradesco e, posteriormente, Caixa Econômica Federal.

Banco do Brasil e o Banco Postal

Banco Postal e Banco do Brasil
Banco Postal e Banco do Brasil
Pensando em ampliar suas área de atuação. Estes três bancos citados, mais o Banco Itaú, participaram de uma licitação para fechar esta parceria com os Correios. O vencedor foi o Banco do Brasil que ofereceu 2,3 bilhões de reais para um contrato de 5 anos que podem ser prorrogável por mais cinco anos. A partir de janeiro o Banco do Brasil passará a operar também nas agências dos Correios substituindo o Bradesco.
Com a parceria, o BB terá 95% dos municípios brasileiros com serviços bancários e poderá, facilmente, ampliar seus serviços a todos os municípios.

Alelo


Em 15/12/2011
A Companhia Brasileira de Soluções e Serviços (CBSS), que administra os cartões Visa Vale, mudou o seu nome, no último dia 21, passando a se chamar Alelo. A marca, já conhecida pelos brasileiros no ramo dos cartões de refeição e alimentação, pretende ampliar o seu mercado, operando também com cartões pré-pagos e de câmbio. A escolha do novo nome se justifica por duas razões. Em grego, o termo “alelo” quer dizer “reciprocidade”, o que resume o tipo de ralação que a empresa pretende estabelecer com seus clientes. Além disso, a palavra se assemelha à da marca Elo, bandeira nacional também administrada pelo Banco do Brasil e o Bradesco. O objetivo é fortalecer as duas marcas, Elo e Alelo, criando novos cartões com a bandeira nacional.

Cartões de Câmbio

Alelo
Alelo
Os cartões de câmbio são aqueles utilizados pra converter moedas. Com eles, o consumidor decide o valor que deseja converter e conta com o saldo, já cambiado, para saques e pagamentos no exterior. A opção é interessante para quem vai viajar para outros países, podendo limitar os gastos e se beneficiar com a praticidade e a segurança dos cartões.
Atualmente, a Alelo administra o cartão MoneyCard. Trata-se de um cartão de câmbio pré-pago, disponível para transações em dólar. Até o final deste ano, a empresa disponibilizará as opções em euro, libra e real. Com isso, a Alelo pretende conquistar mais clientes, tanto brasileiros, quanto estrangeiros que visitam o Brasil. Com a Copa de 2014 e as Olimpíadas em 2016, o número de turistas em nosso país deve aumentar consideravelmente, o que ampliará a demanda por cartões de câmbio. A valorização do real também possibilita que mais brasileiros façam viagens para o exterior, torando esse mercado ainda mais interessante.

Cartões pré-pagos

Além dos cartões de refeição, alimentação e câmbio, a Alelo atuará no mercado de cartões pré-pagos de forma ampla. A exemplo do que acontece em outros países da América Latina e nos EUA, as empresas brasileiras passam a oferecer os cartões pré-pagos, que funcionam como um cartão de débito que não está associado à uma  conta bancária. Os especialistas acreditam que uso desse tipo de cartão deve crescer muito nos próximos anos, principalmente entre a classe emergente. Por isso, a Alelo lançar, a partir do ano que vem, opções de cartões pré-pagos com a bandeira Elo. Existe também a possibilidade da empresar gerir os cartões do bolsa-família, possibilitando que os beneficiários façam saques com o cartão.

sábado, 13 de agosto de 2011

Bradesco aumenta perspectiva de negócios com CRM

Decision Report

Para conseguir lidar com o grande volume de informações e melhorar sua estrutura de CRM, o Bradesco implementou um Enterprise Data Warehouse (EDW) e outras ferramentas de CRM da Teradata. O banco registra um crescimento médio de 20% ao ano desde 2000 e necessitva de uma solução que se adequasse a essa expansão.

Segundo Fernando Mendonça e Fernando Cristino, gerentes de CRM do Bradesco, as operações se tornaram cada vez mais complexas e competitivas. “Com o rápido crescimento, estava ficando complexo para os gerentes de contas manterem o relacionamento com a mesma qualidade do passado. Este se tornou um ponto crítico, pois fidelidade e lucratividade caminham juntas e ambas aumentam quando nós fazemos ofertas que se encaixam nas reais necessidades de cada cliente”, afirmam.

O EDW possibilitou a centralização de todos os dados necessários para a formação de uma visão particular sobre cada cliente, englobando desde dados de varejo, cartões de crédito, private banking até informações sobre pequenas, médias e grandes empresas. “Nós conseguimos tirar vantagem disso a partir do momento que conseguimos alinhar nossas metas de vendas com as reais necessidades dos clientes”, explica Cristino.

Para isso os mais de 10 mil gerentes de contas do Bradesco utilizam uma ferramenta de CRM desenvolvida internamente, conhecida como Prisma, que fornece, por meio da plataforma de datawarehousing, informações atualizadas sobre cada cliente, que auxiliam. A ferramenta fornece filtros dinâmicos e de fácil identificação visual, como um sumário sobre perfis da carteira de cada gerente e uma lista de verificação para as melhores ofertas e ações orientadas para cada pessoa.

“Antes do Prisma os gerentes para visualizarem todas essas informações tinham que consultar de 10 a 15 telas diferentes, para ainda assim terem uma visão parcial sobre o cliente, pois o foco era centrado no produto, com ênfase somente no mercado que já havia sido construído. Hoje eles obtêm as informações em apenas duas telas e com mais tempo de descobrir as necessidades dos clientes e planejar melhor a abordagem que será utilizada”, conta Cristino.