domingo, 28 de outubro de 2012

Brasil está acima da média em índice de pagamento móvel

Índice medido pela Mastercard busca medir quão preparado está um país para a adoção de serviços de pagamentos móveis

25/05/2012  - Fernando Paiva, do
 
Brian Ach/Getty Images
PayPass da Mastercard
No índice, Brasil ficou pouco acima da média mundial, com 33,4 pontos, ocupando a 16ª posição
São Paulo - A Mastercard criou um índice mundial para medir quão preparado está cada país para a adoção de serviços de pagamentos móveis.
 
O Mastercard Mobile Payments Readiness Index (MPRI), como foi batizado, varia de 0 a 100 e considera mais de 50 variáveis, como aceitação dos consumidores para três tipos de serviços móveis (m-commerce, transferência de valores entre celulares e pagamento no ponto de venda via celular), regulamentação, infraestrutura de telecomunicações e de NFC, eficiência e penetração de serviços financeiros etc.
Foram avaliados 34 países, dentre os quais o Brasil. A média mundial do índice foi de 33,2. A liderança ficou com Cingapura (45,6), seguida de Canadá (42) e EUA (41,5). Nenhum país atingiu ainda o ponto de inflexão, que a Mastercard considera que estaria nos 60 pontos.
O Brasil ficou pouco acima da média mundial, com 33,4 pontos, ocupando a 16ª posição. Se considerada apenas a América Latina, o Brasil foi o melhor colocado. Os outros três países da região avaliados foram Colômbia (32,4), México (27,7) e Argentina (22,4), que, aliás, ocupa a última posição no ranking mundial.
O que pesou negativamente na pontuação brasileira foi um ambiente regulatório pouco favorável. O estudo, contudo, não entra em detalhes sobre a questão. Por outro lado, o relatório elogia a construção de alianças entre bancos e operadoras móveis locais como fator positivo e cita especificamente a experiência da Paggo.

Faz parte do estudo uma pesquisa que perguntou aos consumidores de cada país se eles estão familiarizados, se têm interesse em conhecer e/ou se efetivamente usam três tipos de serviços de pagamentos móveis (m-commerce, compra com celular no ponto de venda e transferência de valores via celular).
No Brasil, 19% dos consumidores disseram estar familiarizados com soluções de m-commerce; 14%, com uso do celular para compras no ponto de venda; e 11% com transferências de valores entre usuários via celular. As médias mundiais foram de 20%, 11% e 16%, respectivamente.
Entre os entrevistados brasileiros, 22% se disseram interessados em experimentar serviços de m-commerce; 19%, compras com celular no ponto de venda; e 12%, transferências financeiras entre usuários via celular. Neste caso, as médias mundiais foram de 21%, 17% e 19%, respectivamente.
Por fim, 12% dos brasileiros disseram que efetivamente utilizam m-commerce; 7% fazem compras com celular no ponto de venda; e 8% realizam transferências de valores via celular. No mundo, os percentuais foram de 9%, 5% e 8%.
De acordo com o relatório, o consumidor brasileiro interessado em serviços de pagamentos móveis tende a ser homem e jovem (de 18 a 34 anos).
O estudo completo e a comparação entre os países encontram-se disponíveis no site do MPRI.

Cielo lucra R$589 mi no 3º tri e supera estimativas

A companhia lucrou 589 milhões de reais no trimestre, alta de 7,3 por cento ante o período imediatamente anterior

23/10/2012 -

Divulgação
Fachada da Cielo
São Paulo - A Cielo, maior processadora de meios de pagamento do país, registrou lucro líquido no terceiro trimestre acima das expectativas de analistas, com a queda dos custos de serviços de débito compensando o impacto do aumento das despesas gerais, administrativas e de vendas.
 
A companhia lucrou 589 milhões de reais no trimestre, alta de 7,3 por cento ante o período imediatamente anterior. O resultado ficou acima das previsões de cinco analistas obtidas pela Reuters, de 578,8 milhões de reais.
Na comparação com o terceiro trimestre de 2011, o lucro da Cielo cresceu 28,7 por cento.
O Ebtida (sigla em inglês para lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) caiu 11 por cento, para 782,5 milhões de reais, ante o trimestre anterior. As despesas financeiras caíram fortemente no trimestre, enquanto a receita subiu a um ritmo ligeiramente mais lento do que os custos e despesas.
Em bases anuais, o Ebtida aumentou 32 por cento, por causa de um salto na receita com a compensação de operações de cartões e aluguel de equipamentos.

Menos de 2% dos consumidores no Brasil usam cheque

O estudo ouviu consumidores de todas as capitais do Brasil, gerando erro máximo de 3,9% e confiança de 95%

24/09/2012  - Luci Ribeiro, da
 
Michael Kooiman/Wikimedia Commons
Cheque
Cheque: o uso da forma de pagamento também é muito baixo quando se analisa os consumidores por classe social (A,B,C e D).
Brasília - Usar o cheque para fazer compras no comércio é uma ação praticamente do passado no Brasil. Segundo pesquisa do SPC Brasil e Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), menos de 2% dos consumidores afirmam usar o talão de cheque na hora de fazer uma compra, seja ela à vista, seja a prazo. O estudo ouviu consumidores de todas as capitais do Brasil, gerando erro máximo de 3,9% e confiança de 95%.
 
Na avaliação da CNDL e do SPC Brasil, "o talão de cheque se tornou um instrumento absolutamente imperfeito pelo fato de o comerciante não ter garantia alguma sobre o retorno do pagamento feito pelo cliente". Os lojistas - argumentam as entidades - preferem instrumentos como o cartão de crédito, que asseguram o pagamento, embora as operadoras cobrem pela operação e permitam que a compra seja paga em prestações.
Ao tratar da forma como o consumidor prefere efetuar o pagamento, o estudo classifica as compras em vários tipos: supermercados, roupas, calçados e acessórios, e eletrônicos. No caso das compras de supermercados, por exemplo, a pesquisa mostra que a maioria dos consumidores paga essas compras à vista e em dinheiro (49% dos entrevistados); 19% deles pagam à vista com cartão de débito; 14% pagam com cartão de crédito sem parcelar; e 8% usam o cartão de crédito para dividir a conta. O cheque é usado por menos de 1% dos entrevistados para pagar compras de supermercado. O mesmo porcentual se repete nas compras de roupas, calçados e acessórios, e eletrônicos: menos de 1% das pessoas usam cheque como forma de pagamento.
O uso do cheque também é muito baixo quando se analisa os consumidores por classe social (A,B,C e D). Nas compras de supermercado feitas por consumidores das classes A e B, o uso do cheque alcança 2%, mas cai para menos de 1% quando o comprador é das classes C ou D. Na avaliação do SPC Brasil, "mesmo consumidores das classes C e D que têm contas e salários depositados em banco preferem receber da agência bancária um cartão de débito ou um cartão de crédito a receber um talão de cheque. Dessa forma, o talão "morre" por desuso".
A pesquisa completa do SPC Brasil sobre o Uso do Crédito pelo Consumidor Brasileiro será divulgada na próxima quarta-feira (26) em São Paulo. Entre outras informações, o estudo tem dados sobre inadimplência, planejamento de compras, onde os consumidores buscam crédito e como preferem pagar suas compras (à vista, a prazo, com cartão de crédito, dinheiro, cartão da loja, cheque).

sábado, 20 de outubro de 2012

Bematech e Elavon firmam parceria

Bematech.com.br

Acordo tem o objetivo de aumentar a adesão dos varejistas aos serviços de captura de transações da Elavon e alavancar a venda da solução BemaTEF

A Bematech, líder em soluções de tecnologia para o varejo e setor hoteleiro, e a Elavon, uma das maiores empresas do setor de adquirência e processamento de cartões de crédito, débito e meios eletrônicos de pagamento do mundo com presença em mais de 30 Países, anunciam uma parceria emblemática para o setor brasileiro de captura de pagamentos com cartões.
Com o acordo, as empresas serão as pioneiras na implantação do conceito de ISO (Independent Sales Organization) no Brasil. Por meio desse modelo de negócio amplamente utilizado pela Elavon nos EUA e na Europa, a Bematech passa a ser uma das principais vias de distribuição para a Elavon no Brasil.
Por meio de sua força de vendas indireta, com canais especializados em todo o Brasil, a Bematech passará a realizar a captação de estabelecimentos comerciais não só para a o uso de sua solução BemaTEF (Transferência Eletrônica de Fundos), como também prospectando esses varejistas para que possam fazer uso dos serviços de captura de transações da Elavon, que é reconhecida por oferecer diversas vantagens aos comerciantes. A Bematech também será responsável pelo treinamento e gestão dessas equipes de vendas, que atuarão em todos os Estados brasileiros.
Para o presidente da Elavon, Antonio Castilho, o acordo com a Bematech representa um importante marco na estratégia de conquista de mercado para a companhia. “A associação inaugura um novo modelo de negócios para o setor de adquirência brasileiro. Os ISOs são muito comuns em outros mercados como o dos EUA, por exemplo. Estamos muito honrados por ter a oportunidade de introduzir este sistema no Brasil em parceria com uma verdadeira referência no setor varejista como a Bematech. Temos certeza que a eficiência e a credibilidade do nosso parceiro irão acelerar muito os nossos trabalhos”, diz.
 “Estamos muito satisfeitos com essa aliança, uma vez que ela faz parte de nossa missão de levar mais eficiência aos estabelecimentos – que poderão, além de ter acesso a uma nova opção de meio de transação, fazer uso de uma solução de transferência de fundos segura, ágil, já reconhecida pelo mercado e aberta a todos os adquirentes”, afirma Cleber Morais, presidente da Bematech.
Castilho comenta ainda que este novo modelo de relacionamento reflete o DNA de inovação que é uma das maiores características da Elavon. “A Bematech facilitará nosso contato com os varejistas e possibilitará a apresentação de diferenciais como a oferta de produtos e serviços usados com sucesso em outros países, a capacidade global de processamento e diversas funcionalidades inovadoras desenhadas para cada segmento de mercado, que aos poucos serão lançadas no mercado brasileiro”, diz.
“Acreditamos no real valor de parcerias que representam ganhos para todos os lados, o que inclui, também, nossa rede de canais. Para nós, é muito gratificante estarmos nos unindo a uma empresa com expertise internacional como a Elavon e que tem investido no Brasil, justamente por acreditar no potencial do varejo nacional”, completa Morais.
A Elavon, que anunciou sua primeira transação no Brasil em fevereiro de 2012, trabalha com uma perspectiva de conquistar uma fatia de 15% do mercado nos próximos oito anos. Por sua vez, a Bematech espera ampliar consideravelmente a venda de sua solução transacional, que hoje já tem uma base instalada de aproximadamente 40 mil clientes.
Segundo estudos da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (ABECS), somente até o mês de julho, o mercado de meios de pagamento no País, havia movimentado cerca de R$ 370 bilhões. Números apontam que os meios eletrônicos de pagamento já representaram, em 2011, em torno de 54% no faturamento mensal dos estabelecimentos comerciais. Além disso, pesquisa realizada pela ABECS, apontou que os pagamentos por meio de cartão deverão representar, em 2015, em torno de 39% do total gasto pelos consumidores.
Os produtos que serão explorados pela Bematech e Elavon incluem transações de débito e crédito das bandeiras Visa, Mastercard, Diners e Discover. A plataforma tecnológica BemaTEF – composta pelo BemaTEF Simples, Turbo e o recém-lançado BemaTEF Express – realiza transações também pelas demais adquirentes e sua principal vantagem é a integração do pin-pad com o sistema de back-office dos estabelecimentos e sua validade fiscal.

Cadastro Positivo amplia poder de negociação de bons pagadores

19/10/2012 - G1

Quem decide se vai incluir o nome no banco de dados é o próprio cidadão.
Entre os benefícios estão juros menores para financiamentos.


O governo federal publicou nesta quinta-feira (18), no "Diário Oficial da União", a lei que cria o chamado "cadastro positivo" de bons pagadores. O objetivo do cadastro é permitir que as pessoas que mantêm as contas em dia possam obter taxas de juros menores ao solicitar crédito. A regulamentação entra em vigor em 1º de janeiro de 2013, segundo o governo.
O cadastro vai incluir o histórico dos consumidores, todos os dados relativos aos empréstimos, crediário, prestações pagas e as que ainda vão vencer. Informações sobre o pagamento de contas de luz, água e telefone também entram. Quem decide se vai incluir o nome na lista é o próprio cidadão e isso poderá ser feito pela internet ou mesmo em uma loja, na hora de uma compra.

A novidade deve começar a valer em janeiro do ano que vem, com dados dos últimos quinze anos de movimentação financeira. A qualquer momento, o consumidor poderá tirar o nome da lista. Essas informações serão usadas por lojistas e bancos, mas só serão liberadas se houver comprovação de que existe uma relação comercial naquele momento.
A contrapartida de ter o nome no cadastro positivo é conseguir mais poder de negociação. Quem tem o nome limpo, paga as contas em dia, vai ter, por exemplo, argumentos fortes para pedir e conseguir juros mais baixos.
Nelson Barrizzelli, economista do SPC Brasil, acredita que a justificativa de que hoje as taxas de juros não são menores por causa dos maus pagadores vai acabar. “Quando isso tudo estiver implantado e disponível, com absoluta certeza vai reduzir a taxa de juros, porque um dos fatores que gera essa taxa é o risco, então se o risco for menor, certamente a taxa pode ser menor. Quando alguém libera o seu nome para esse tipo de cadastro, ele vai poder negociar com o concessor de credito aquilo que representa a sua capacidade de saldar as dividas”, declara.

75% dos brasileiros possuem cartão de pagamento, diz Abecs


Em 2008, parcela da população com algum tipo de cartão era de 68%. Cartões correspondem a 58% do faturamento das lojas.

Fabíola Glenia Do G1, em São Paulo
Claudio Yamaguti, presidente da Abecs. (Foto: Fabíola Glenia/G1)Claudio Yamaguti, presidente da Abecs, apresenta
a pesquisa (Foto: Fabíola Glenia/G1)
 
A parcela de brasileiros com algum tipo de cartão - seja ele de crédito, débito ou de alguma loja - subiu de 68% em 2008 para cerca de 75% da população brasileira neste ano, apontam dados divulgados nesta quarta-feira (17) pela Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), na capital paulista.
Os dados fazem parte da quinta edição da pesquisa sobre o mercado de cartões, encomendada pela entidade ao Instituto Datafolha.
Já com relação aos estabelecimentos comerciais, os meios eletrônicos de pagamento também ganharam mais espaço e respondem pela maior fatia de faturamento, com 58%, ante 52% em 2008.

Modalidades

Entre as modalidades de meios eletrônicos de pagamento, a pesquisa indica que o cartão de débito é o que apresenta maior representatividade em diversos indicadores, como posse, hábito de uso, preferência e participação nos gastos mensais do consumidor.
A posse do cartão de débito foi a que mais cresceu nos últimos quatro anos, de 53% em 2008, para 62% em 2012. Na sequência aparece o cartão de crédito, que passou de 48% para 52% no mesmo período analisado.
“O cartão de débito vem consolidando ainda mais sua presença. Os consumidores passaram a usar mais esse instrumento em substituição ao dinheiro de papel”, disse Claudio Yamaguti, presidente da Abecs.

Participação nos gastos

A participação do cartão de débito nos gastos do mês do brasileiro pulou de 19%, em 2011, para 23%, este ano. No mesmo período, a participação do dinheiro em espécie caiu de 43% para 38%.
A pesquisa divulgada nesta quarta-feira aponta que as classes AB detêm a maior posse de cartões, com índice de 85%. A classe C possui 69% e as classes DE, 41%. A posse de cartão de crédito tem crescido mais entre os consumidores de classe C, ao passar de 41% em 2010, para 45% em 2012; e das classes AB, cuja variação, em igual período, foi de 62% para 65%.
A mesma tendência ocorre em relação ao cartão de débito, cuja evolução é ainda mais acentuada. Nas classes AB, houve crescimento de 71% para 76% e, na classe C, de 47% para 52%.
De acordo com a Abecs, em todas as faixas econômicas, o índice de posse de conta em banco é bastante similar ao de posse de cartão: AB (84%), C (66%) e DE (40%).
A posse de cartão é maior entre as faixas etárias intermediárias, com fatia de 79% entre pessoas de 25 a 34 anos, e de 76% entre aqueles com 35 e 44 anos.
No entanto, o crescimento mais expressivo entre 2010 e 2012 foi verificado nos extremos etários. Entre pessoas com 60 anos ou mais, houve crescimento de 57% para 64% e, entre os jovens de 18 a 24 anos, a participação aumento de 66% para 72%.
O estudo da Abecs indica que o número de pessoas que costumam pagar com cartão de crédito na internet salto de 13% em 2010 para 20% em 2012.

Vantagens e desvantagens

Na opinião dos consumidores entrevistados, os pontos fortes do cartão de débito são a segurança (pelo falto de não precisar andar com dinheiro), a agilidade no pagamento, a praticidade e a grande aceitação.
A questão da segurança, com relação ao risco de clonagem e roubo, bem como o imediatismo do débito e problemas com equipamentos aparecem como as principais desvantagens.
Com relação ao cartão de crédito, os usuários indicam como pontos fortes a segurança, o parcelamento da compra sem juros e a praticidade, mas criticam os juros do rotativo, a anuidade e a falta de controle nos gastos.

Estabelecimentos

Os meios eletrônicos de pagamento respondem por mais da metade do faturamento dos estabelecimentos. O cartão de crédito é o que possui a maior fatia, com 37% de participação, seguido pelo dinheiro em papel (32%) e pelo cartão de débito (21%).
De acordo com a pesquisa, o cheque foi o meio de pagamento que mais perdeu espaço nos últimos anos, recuando de 7%, em 2008, para 3% em 2012.
A pesquisa da Abecs, feita pelo Instituto Datafolha, ouviu 2.062 consumidores e 1.938 estabelecimentos comerciais, entre junho e julho deste ano, em 11 capitais brasileiras. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Elavon inicia operação em Belo Horizonte

3/8/2012 - Fonte: Diário do Comércio

Ao finalizar o período de testes para as soluções POS, a Elavon, empresa de serviços de adquirência e processamento em meios eletrônicos de pagamento, chega ao mercado mineiro. A partir de Belo Horizonte, a companhia começa a credenciar estabelecimentos comerciais e prestadores de serviços para aceitar transações de pagamento com cartões por meio de suas máquinas.
Desde o início de julho, as equipes de venda estão visitando varejistas de todos os segmentos e prestadores de serviços da capital mineira com o objetivo de apresentar a estrutura teconológica, o modelo de atuação comercial e conquistar clientes que aceitem operar com seus sistemas.
Segundo o presidente da Elacon, Antonio Castilho, assim como na cidade de São Paulo e nas demais praças nas quais a empresa iniciou a prospecção, Rio de Janeiro, Salvador e na região paulista do Vale do Paraíba, a receptividade do mercado mineiro tem correspondido às expectativas.  “Os primeiros clientes da Elavon têm comprovado o padrão de excelência alcançado e temos de consciência de que esta aprovação, na prática, sempre será o principal fator de convencimento”, diz.
A Elavon realizou suas primeiras transações no Brasil no dia 1° de fevereiro deste ano, quando inaugurou um período de testes. No primeiro mês, todo o fluxo de captura, processamento e liquidação financeira foi testado em uma dezena de clientes. Na sequência , houve um aumento gradual de forma a permitir avaliação da performance integral dos sistemas e possíveis ajustes. No final de junho, foi alcançado o nível de eficiência considerado suficiente para expandir totalmente o volume de eventos e assumir grandes escalas.