sábado, 20 de outubro de 2012

Cadastro Positivo amplia poder de negociação de bons pagadores

19/10/2012 - G1

Quem decide se vai incluir o nome no banco de dados é o próprio cidadão.
Entre os benefícios estão juros menores para financiamentos.


O governo federal publicou nesta quinta-feira (18), no "Diário Oficial da União", a lei que cria o chamado "cadastro positivo" de bons pagadores. O objetivo do cadastro é permitir que as pessoas que mantêm as contas em dia possam obter taxas de juros menores ao solicitar crédito. A regulamentação entra em vigor em 1º de janeiro de 2013, segundo o governo.
O cadastro vai incluir o histórico dos consumidores, todos os dados relativos aos empréstimos, crediário, prestações pagas e as que ainda vão vencer. Informações sobre o pagamento de contas de luz, água e telefone também entram. Quem decide se vai incluir o nome na lista é o próprio cidadão e isso poderá ser feito pela internet ou mesmo em uma loja, na hora de uma compra.

A novidade deve começar a valer em janeiro do ano que vem, com dados dos últimos quinze anos de movimentação financeira. A qualquer momento, o consumidor poderá tirar o nome da lista. Essas informações serão usadas por lojistas e bancos, mas só serão liberadas se houver comprovação de que existe uma relação comercial naquele momento.
A contrapartida de ter o nome no cadastro positivo é conseguir mais poder de negociação. Quem tem o nome limpo, paga as contas em dia, vai ter, por exemplo, argumentos fortes para pedir e conseguir juros mais baixos.
Nelson Barrizzelli, economista do SPC Brasil, acredita que a justificativa de que hoje as taxas de juros não são menores por causa dos maus pagadores vai acabar. “Quando isso tudo estiver implantado e disponível, com absoluta certeza vai reduzir a taxa de juros, porque um dos fatores que gera essa taxa é o risco, então se o risco for menor, certamente a taxa pode ser menor. Quando alguém libera o seu nome para esse tipo de cadastro, ele vai poder negociar com o concessor de credito aquilo que representa a sua capacidade de saldar as dividas”, declara.

75% dos brasileiros possuem cartão de pagamento, diz Abecs


Em 2008, parcela da população com algum tipo de cartão era de 68%. Cartões correspondem a 58% do faturamento das lojas.

Fabíola Glenia Do G1, em São Paulo
Claudio Yamaguti, presidente da Abecs. (Foto: Fabíola Glenia/G1)Claudio Yamaguti, presidente da Abecs, apresenta
a pesquisa (Foto: Fabíola Glenia/G1)
 
A parcela de brasileiros com algum tipo de cartão - seja ele de crédito, débito ou de alguma loja - subiu de 68% em 2008 para cerca de 75% da população brasileira neste ano, apontam dados divulgados nesta quarta-feira (17) pela Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), na capital paulista.
Os dados fazem parte da quinta edição da pesquisa sobre o mercado de cartões, encomendada pela entidade ao Instituto Datafolha.
Já com relação aos estabelecimentos comerciais, os meios eletrônicos de pagamento também ganharam mais espaço e respondem pela maior fatia de faturamento, com 58%, ante 52% em 2008.

Modalidades

Entre as modalidades de meios eletrônicos de pagamento, a pesquisa indica que o cartão de débito é o que apresenta maior representatividade em diversos indicadores, como posse, hábito de uso, preferência e participação nos gastos mensais do consumidor.
A posse do cartão de débito foi a que mais cresceu nos últimos quatro anos, de 53% em 2008, para 62% em 2012. Na sequência aparece o cartão de crédito, que passou de 48% para 52% no mesmo período analisado.
“O cartão de débito vem consolidando ainda mais sua presença. Os consumidores passaram a usar mais esse instrumento em substituição ao dinheiro de papel”, disse Claudio Yamaguti, presidente da Abecs.

Participação nos gastos

A participação do cartão de débito nos gastos do mês do brasileiro pulou de 19%, em 2011, para 23%, este ano. No mesmo período, a participação do dinheiro em espécie caiu de 43% para 38%.
A pesquisa divulgada nesta quarta-feira aponta que as classes AB detêm a maior posse de cartões, com índice de 85%. A classe C possui 69% e as classes DE, 41%. A posse de cartão de crédito tem crescido mais entre os consumidores de classe C, ao passar de 41% em 2010, para 45% em 2012; e das classes AB, cuja variação, em igual período, foi de 62% para 65%.
A mesma tendência ocorre em relação ao cartão de débito, cuja evolução é ainda mais acentuada. Nas classes AB, houve crescimento de 71% para 76% e, na classe C, de 47% para 52%.
De acordo com a Abecs, em todas as faixas econômicas, o índice de posse de conta em banco é bastante similar ao de posse de cartão: AB (84%), C (66%) e DE (40%).
A posse de cartão é maior entre as faixas etárias intermediárias, com fatia de 79% entre pessoas de 25 a 34 anos, e de 76% entre aqueles com 35 e 44 anos.
No entanto, o crescimento mais expressivo entre 2010 e 2012 foi verificado nos extremos etários. Entre pessoas com 60 anos ou mais, houve crescimento de 57% para 64% e, entre os jovens de 18 a 24 anos, a participação aumento de 66% para 72%.
O estudo da Abecs indica que o número de pessoas que costumam pagar com cartão de crédito na internet salto de 13% em 2010 para 20% em 2012.

Vantagens e desvantagens

Na opinião dos consumidores entrevistados, os pontos fortes do cartão de débito são a segurança (pelo falto de não precisar andar com dinheiro), a agilidade no pagamento, a praticidade e a grande aceitação.
A questão da segurança, com relação ao risco de clonagem e roubo, bem como o imediatismo do débito e problemas com equipamentos aparecem como as principais desvantagens.
Com relação ao cartão de crédito, os usuários indicam como pontos fortes a segurança, o parcelamento da compra sem juros e a praticidade, mas criticam os juros do rotativo, a anuidade e a falta de controle nos gastos.

Estabelecimentos

Os meios eletrônicos de pagamento respondem por mais da metade do faturamento dos estabelecimentos. O cartão de crédito é o que possui a maior fatia, com 37% de participação, seguido pelo dinheiro em papel (32%) e pelo cartão de débito (21%).
De acordo com a pesquisa, o cheque foi o meio de pagamento que mais perdeu espaço nos últimos anos, recuando de 7%, em 2008, para 3% em 2012.
A pesquisa da Abecs, feita pelo Instituto Datafolha, ouviu 2.062 consumidores e 1.938 estabelecimentos comerciais, entre junho e julho deste ano, em 11 capitais brasileiras. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Elavon inicia operação em Belo Horizonte

3/8/2012 - Fonte: Diário do Comércio

Ao finalizar o período de testes para as soluções POS, a Elavon, empresa de serviços de adquirência e processamento em meios eletrônicos de pagamento, chega ao mercado mineiro. A partir de Belo Horizonte, a companhia começa a credenciar estabelecimentos comerciais e prestadores de serviços para aceitar transações de pagamento com cartões por meio de suas máquinas.
Desde o início de julho, as equipes de venda estão visitando varejistas de todos os segmentos e prestadores de serviços da capital mineira com o objetivo de apresentar a estrutura teconológica, o modelo de atuação comercial e conquistar clientes que aceitem operar com seus sistemas.
Segundo o presidente da Elacon, Antonio Castilho, assim como na cidade de São Paulo e nas demais praças nas quais a empresa iniciou a prospecção, Rio de Janeiro, Salvador e na região paulista do Vale do Paraíba, a receptividade do mercado mineiro tem correspondido às expectativas.  “Os primeiros clientes da Elavon têm comprovado o padrão de excelência alcançado e temos de consciência de que esta aprovação, na prática, sempre será o principal fator de convencimento”, diz.
A Elavon realizou suas primeiras transações no Brasil no dia 1° de fevereiro deste ano, quando inaugurou um período de testes. No primeiro mês, todo o fluxo de captura, processamento e liquidação financeira foi testado em uma dezena de clientes. Na sequência , houve um aumento gradual de forma a permitir avaliação da performance integral dos sistemas e possíveis ajustes. No final de junho, foi alcançado o nível de eficiência considerado suficiente para expandir totalmente o volume de eventos e assumir grandes escalas.

Cartão de crédito básico perde espaço para o associado

Os cartões "intermediários", "premium" e "corporativos" tiveram crescimento de 9%, 29% e 34%, respectivamente, segundo levantamento divulgado pelo Banco Central

Eduardo Cucolo, 
 
Cartões de crédito
O número total de cartões de crédito emitidos caiu 2% na mesma comparação
Brasília - O número de cartões de crédito "básicos" caiu 5% em 2011 em relação a 2010, de acordo com o Adendo Estatístico ao Relatório sobre a Indústria de Cartões de Pagamentos, divulgado nesta quinta-feira pelo Banco Central e pela Secretaria de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda.
 
Já os cartões "intermediários", "premium" e "corporativos" tiveram crescimento de 9%, 29% e 34%, respectivamente, na mesma comparação. "Esse comportamento pode estar associado a estratégias dos emissores de aumentar a base de cartões associados a produtos com maiores tarifas de intercâmbio e de anuidade", diz o relatório.
O número total de cartões de crédito emitidos caiu 2% na mesma comparação. Segundo o documento, parte dessa queda se deve a ajustes nas bases de cartões dos emissores devido às aquisições ocorridas recentemente no mercado bancário.
Os cartões emitidos sob a modalidade "híbrido" foram os mais afetados, com queda na participação de mercado de 19% para 16% do total. O número de cartões de débito chegou a 254 milhões emitidos e 87,9 milhões ativos em 2011, crescimento de 13% em relação ao ano anterior.
Cresce receita com anuidade
A pesquisa mostrou também que a receita de bancos e outros emissores de cartão de crédito com anuidade cresceu 18% em 2011 em relação a 2010. O aumento das anuidades foi, em média, de 15%.
Além disso, houve elevação na quantidade dos cartões "premium", que cobram taxas mais altas. O financiamento de compras efetuadas com cartão de crédito representou 57% da receita total, crescimento de 13% em relação a 2010. Tarifas de intercâmbio representaram outros 19% dos ganhos.
No ano passado, a quantidade de transações aumentou 16,1% nos cartões de crédito e 22,7% nos de débito, para 3,9 bilhões e 3,6 bilhões, respectivamente. Também cresceu o número de transações por cartão ativo, para 45 negócios por ano no crédito (+13%) e 42 no débito (+11%).

Elavon chega ao Rio para competir com a Redecard e a Cielo

www.monitormercantil.com.br - 24/07/2012 

 
Ao finalizar o período de testes para as soluções POS, a Elavon, empresa de serviços de adqüirência e processamento em meios eletrônicos de pagamento, chega ao mercado fluminense. A partir da cidade do Rio de Janeiro, a companhia começa a credenciar estabelecimentos comerciais e prestadores de serviço para aceitar transações de pagamento com cartões por meio de suas máquinas. Segundo o presidente da Elavon, Antonio Castilho, assim como na cidade de São Paulo e nas demais praças nas quais a empresa iniciou a prospecção, Belo Horizonte, Salvador e na região paulista do Vale do Paraíba, a receptividade do mercado carioca tem correspondido às expectativas. "Os primeiros clientes da Elavon têm comprovado o padrão de excelência alcançado e temos consciência de que esta aprovação, na prática, sempre será o principal fator de convencimento", diz. A Elavon realizou sua primeira transação no Brasil no dia 1º de fevereiro deste ano, quando inaugurou um período de testes. No primeiro mês, todo o fluxo de captura, processamento e liquidação financeira foi testado em uma dezena de clientes. Na seqüência, houve um aumento gradual de forma a permitir avaliação da performance integral dos sistemas e possíveis ajustes. No final de junho, foi alcançado o nível de eficiência considerado suficiente para expandir totalmente o volume de eventos e assumir grandes escalas. Para Castilho a preocupação inicial da companhia foi oferecer aos clientes um nível de excelência igual ou melhor do que os que eles já estão acostumados a operar no mercado brasileiro. "Neste momento, podemos assegurar que a Elavon é uma empresa confiável na prestação dos serviços de captura de transações com cartões de crédito e débito. Aos poucos, a empresa vai apresentar inovações e alternativas de produtos e serviços que já são sucesso nos mercados internacionais, mas bem adaptadas às necessidades brasileiras", diz. A Elavon é presente em mais de 30 países - atua em toda a Europa, bem como nos Estados Unidos, Canadá, Porto Rico e México - , e está entre as maiores empresas do setor nos EUA, atende mais de 1 milhão de varejistas no mundo e realiza mais de 2 bilhões de transações por ano. No Brasil, a empresa iniciou suas operações com uma joint venture entre a Elavon Inc. - subsidiária da U.S. Bankcorp - e a Credicard - subsidiária do Citigroup. A empresa quer atingir a meta de conquistar 15% do setor de credenciamento nos próximos anos.

Elavon credencia estabelecimentos de Salvador para capturar pagamentos com cartões



A Elavon, presente em mais de 30 países da Europa, além dos Estados Unidos, Canadá, Porto Rico e México -, atende mais de 1 milhão de varejistas no mundo e realiza mais de 2 bilhões de transações por ano. No Brasil, iniciou suas operações com uma joint venture entre a Elavon Inc. – subsidiária da U.S. Bankcorp – e a Credicard – subsidiária do Citigroup. Como diferenciais em relação às adquirentes já estabelecidas no País, a Elavon do Brasil possui capacidade global de processamento e de operar em diferentes países com o mesmo modelo interligado,trazendo conhecimento e tecnologia mundial e a experiência na gestão de clientes mundiais. O presidente da Elavon, Antonio Castilho, pretende atingir a meta de conquistar 15% do setor de credenciamento nos próximos anos, utilizando sua capacidade global de processamento com produtos segmentados para o varejo, garantindo a independência das instituições financeiras.

VISA QUER NFC "EM PLENA OPERAÇÃO" ANTES DA COPA DO MUNDO NO BRASIL

Portal TI Inside 16/03/2012 - Guilherme Sorgine

A Visa atua em duas frentes para capitalizar o enorme potencial do mercado de m-payments do Brasil, tendo em vista os grandes eventos que serão realizados no país nos próximos anos. As apostas da empresa são duas: por um lado, o lançamento do Visa PayWave, solução de pagamentos por proximidade, através de smartphones equipados com tecnologia NFC; por outro, a ampliação do mercado de recargas de celulares pré-pagos e micropagamentos.

A implementação da tecnologia NFC no Brasil é o ponto culminante de um mapa de trabalho que já vem sendo implementado pela empresa que começou com a adoção de cartões de tarja, evoluiu para os cartões com chip e senha (que já são mais de 100 milhões no Brasil) e chega hoje no sistema de compras por tecnologia de contato, o qual está sendo chamado comercialmente pela empresa de Visa PayWave. O novo sistema leva, na prática, o cartão de crédito para dentro do smartphone do usuário. Para pagar suas compras, o consumidor apenas aproximará o seu smartphone equipado com NFC de máquinas de pagamento adaptadas a essa tecnologia, com o valor da compra sendo debitado diretamente de sua fatura de cartão de crédito. Para os usuários mais tradicionais, haverá também a opção de utilizar o NFC por meio de um cartão similar àqueles de crédito atualmente existentes que poderá ser passado (tal qual um crachá de acesso) em qualquer máquina equipada com a tecnologia de contato.

A empresa vem trabalhando desde 2008 na implementação dessa tecnologia, que envolve o trabalho conjunto com bancos, fabricantes, operadoras de telecomunicação e lojistas. Segundo Marcelo Sarralha, diretor de produtos da Visa no Brasil, o projeto vem progredindo rapidamente, e dentro de um a dois anos a tecnologia já deve estar em plena operação. Segundo o executivo, há mais de quatro bancos prontos para operar com NFC. Do lado das fabricantes, empresas como a RIM já comercializam modelos equipados com a tecnologia (como os novos BlackBerry Curve e Bold). O maior desafio parece residir na instalação de máquinas nos estabelcimentos comerciais, trabalho custoso e demorado, mas que o diretor garante que deve estar concluído entre um e dois anos. Um dos maiores objetivos desse trabalho é dotar o país de infra-estrutura de consumo para atender aos milhares de turistas esperados para a Copa do Mundo de 2014 e para as Olimpíadas de 2016, ambos os eventos patrocinadas pela Visa.

No que diz respeito à adaptação dos celulares a essa nova tecnologia, a Visa aposta suas fichas em duas possibilidades. Uma primeira seria a compra de smartphones já equipados de fábrica com NFC. Um segundo meio seria o uso de um cartão microSD com NFC embutido (o que tornaria qualquer smartphone com entrada para microSD capaz de utilizar os serviços). Para a primeira opção, será necessário também trocar os SIMcards por uma versão com um elemento seguro. De acordo com Sarralha, fabricantes locais de chips estão preparados para produzi-los e alguns modelos já até foram homologados por operadoras brasileiras.

Uma outra característica interessante do novo produto é sua interoperabilidade com a rede Visa em todo o mundo. Dessa forma, o brasileiro portador de celular equipado com NFC poderá usá-lo para comprar pelo sistema em qualquer país onde haja máquinas capazes de suportar a tecnologia.

Recargas

O segundo alvo da Visa no ramo de pagamentos móveis é o mercado de recarga de celulares pré-pagos e micropagamentos móveis. Atualmente, estima-se em 200 milhões o número de celulares pré-pagos existentes no Brasil, originando um mercado total de recargas que movimentou aproximadamente R$ 27 bilhões no país em 2010. Contudo, hoje em dia, apenas 7% das recargas de celulares são feitas com cartão de crédito, havendo, segundo Sarralha, enorme potencial para crescimento nesse mercado.

Atualmente, o portador que deseja recarregar seu pré-pago remotamente pode fazê-lo via celular, vindo o valor debitado na sua conta de cartão de crédito. Mas a empresa planeja disponibilizar uma segunda forma de recarga remota, em que a compra será feita pelo cartão de crédito via internet. Esse é um sistema que vem sendo desenvolvido pela Visa em parceria com as operadoras de telefonia móvel - Claro, Oi, TIM e Vivo - e mais de 20 instituições financeiras, e que já se encontra em fase final de testes, devendo estar em breve disponível como opção ao consumidor.

Estabelecida essa tecnologia para o serviço de recargas pré-pagas, a empresa aposta em sua ampliação para abarcar o consumo de outros bens: além de créditos telefônicos, o usuário poderá usar o seu celular para comprar toda uma série de produtos, que podem ir desde simples wallpapers até vídeos e músicas em formato mp3, ou mesmo para o pagamento de serviços, tudo com o billing sendo feito na própria conta de cartão de crédito do usuário. “Esse é um sistema que vai revolucionar o mercado de compras no Brasil”, aposta Serralha.